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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Que falta ela faz


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No dia do meu batizado


Hoje minha dinda completaria 67 anos. Ano passado fiz este post aqui pra ela. Lembro que ela gostou muito, como gostava de tudo que eu escrevia. Me incentivava muito, elogiava, dizia que eu levava jeito.

Desde ontem à noite estou pensando sobre o que escrever  para falar sobre isso. É estranho comemorar o aniversário de alguém que já não está aqui.

Mais uma vez, chego  à conclusão de que em vez de lamentar a sua ausência, devo ser grata por tê-la conhecido, ter tido o privilégio de tê-la como tia e madrinha, por ter tido a oportunidade de conviver e aprender muito com ela.

Mas a saudade dói. Ainda dói. Apesar de sabermos da possibilidade dela sucumbir à doença, a partida foi repentina, sem tempo para despedidas

Isso é bem a cara dela. Não ia querer ver ninguém sofrendo por antecipação. Preferiu sair assim, à francesa, pra não perder a elegância que era sua característica.

O que posso dizer mais? A vida continuou sem ela. Os filhos estão bem. Os irmãos estão bem. Eu estou bem. Mas não dá pra negar que ela faz falta, faz muita falta.

Neste dia, em que ela faria aniversário, cabe à nós que ficamos pra trás, comemorar a benção de termos tido ela em nossas vidas.

Obrigado Dinda, pelo que fez por mim, pelo que me ensinou e pelo carinho e amor que me deste.

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Algumas fotos:
Essa é do álbum do meu primeiro passeio à praia

Minha primeira comunhão. Ela estava grávida da Daniela

Nos 50 anos dela
Numa viagem que fizemos juntos à casa do meu tio Gustavo...


...para comemorar os 50 anos dele.








Por: Tuka Siqueira / @TukaSiqueira
Comentários
3 Comentários

3 comentários:

  1. OlA Tuka,sei o que tu sente,perdi meu pai a 3 anos e sempre me pego pensando,a saudade dói,e tento só pensar das coisas boas que a gente passou junto,se foi cedo e cheio de vida mas com certeza está cuidando de mim lá de cima,é bom lembrar,a vida segue e temos sempre eles no nosso coração!

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  2. Oi Tuka.

    Li seu post no dia que você postou, mas só hoje estou passando para comentar...

    Essas partidas repentinas são sempre traumáticas, por mais que não seja assim tão repentina... e mesmo assim, não acredito em quem diz que foi um alivio porque a pessoa estava sofrendo... sei o que é ver uma pessoa que amo sofrer, sei o que é saber que não tem volta, sei o que é esperar pela morte certa e sei que ainda assim, dói... mesmo 13 anos depois, mesmo toda a vida nova, todas as mudanças que se sucederam, ainda faz uma falta daquelas, de fazer doer tanto no coração que as lágrimas vem como enxurrada... sei a falta que faz uma pessoa amada... e como sei...

    Acho que foi por isso que não havia comentado ainda... foi por não estar com vontade de me ver mais uma vez lavada pelas lágrimas da saudades, vivendo a sua junto da minha...

    Beijos linda.

    ResponderExcluir

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