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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Cadê o bebezinho que estava aqui?

“Não sou bebezinho mamãe, sou Letícia!”

Já faz muito tempo que ela não aceita mais ser chamada de bebê, mas o que ela não sabe é que filhos caçulas jamais crescem, são sempre bebezinhos aos olhos da mãe.

Mas ao contrário do que a mãe vê e do que secretamente deseja – que aquele pequeno ser seja sempre seu bebê – ela cresceu.

Ela é teimosa e muito braba quando quer algo, mas é a criatura mais doce e meiga que existe quando tudo está de acordo com seus desejos. O grudinho da mamãe, chiclezinho, aprende muito rápido, observa as irmãs e as imita em tudo e com isso aprende tudo o que elas ensinam, das letras do alfabeto à subir em locais inapropriados, dos números às incursões aos armários da cozinha, de brincar no escorrega à subir nele pelo lado contrário.

Já conta até dez e escreve seu nome, se veste e se calça quase sempre sozinha, pede ajuda em casos extremos quando não consegue mesmo fazer algo, mas sempre quer e tenta fazer tudo sozinha.

Esse serzinho cheio de personalidade e determinação, doçura e “fofice” está de aniversário amanhã. Três anos. E por mais que eu deseje reter o tempo, ele passa, independente da minha vontade.

Então deixa eu ir lá, afofar o meu bebê antes que cresça demais.

Parabéns Letícia! Que Deus te abençoe e ilumine sempre e que o amor que todos nós temos por ti te façam crescer feliz!

 
Alguns momentos desses 3 anos.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Política

Há quem diga que não gosta de política. Nem de políticos. Entendo, todo dia vemos histórias de corrupção, de lavagem de dinheiro, de conchavos, artimanhas e outras coisas menos publicáveis sobre nossos políticos.

Mas para essas pessoas vou dar uma notícia: a vida é feita de política e mesmo quem foge dela, exerce de uma forma ou outra a política.

Exercemos a política diariamente, no modo como nos relacionamos com nossos vizinhos, na maneira como tratamos nossos colegas de trabalho ou negociamos um aumento com o chefe, no jeitinho em que criamos nossos filhos fazendo acordos, estabelecendo regras e rotinas e mostrando que cada ato tem uma consequência: atos bons geram consequências boas e atos ruins geram consequências ruins.

As pessoas bradam por mudanças, querem justiça social, menos impostos, mais segurança, saúde e educação. Querem cidadania. Mas não querem exercer seu maior direito - e também dever - de cidadão: votar.
Imagem: Daqui


Alguns irão me perguntar – “pra que votar? em quem votar?” – Mesmo que os candidatos não sejam dos melhores, mesmo sem muita esperança, é preciso votar. É um dever cívico, mas também é nosso direito! Temos o direito de escolher quem vai administrar nossas cidades e quem vai nos representar diante deste administrador.

“Ah, mas são sempre os mesmos!” – Pode ser, mas tem algum que ainda não foi eleito. Vote nele. Se ele não for bom o suficiente, sua eleição mostrará aos outros – aqueles de sempre – o descontentamento do povo com as suas ações ou omissões.

Somos responsáveis pelas mudanças que almejamos. Se desejamos cidadania, temos que exercê-la.

Assistir ao horário político pode ser uma chatice, mas ainda é a melhor forma de conhecermos todos os candidatos. Vê-los falar, ver como se articulam e principalmente, ver o que propõem é essencial para uma boa escolha. Também pode render boas risadas vendo os absurdos que nos ofertam.

Omitir-se não é a melhor saída. Omitir-se é perder o direito de escolher, é perder o direito de cobrar, é perder o direito de denunciar e punir quem sai da linha.

Não se omita, exerça seu direito.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Voltando...

Bem, estou de volta.

Fiz algumas mudanças no blog como vocês irão notar, deixei o visual um pouco mais "limpo".

Mudei o sistema de comentários, adicionando a opção de comentários do facebook. Para os comentários antigos, feito via "Disqus" eles aparecerão como se eu mesma tivesse feito, não consegui arrumar isso, mas não se preocupem, EU pelo menos sei quem foi que comentou.

Pretendo mais tarde ainda modificar mais o layout, principalmente o banner, mas como sou eu mesma que faço essas alterações e não entendo muita coisa, preciso de um tempinho maior para ajeitar as coisas e deixar elas como eu quero.


Mesmo sem ter feito todas as mudanças que pretendia, não podia deixar o blog fechado por muito tempo, afinal por mais artesanal e simples que ele seja, é referência para algumas pessoas e em respeito a elas o blog precisa continuar.

Espero que as mudanças tornem o blog mais leve e fácil de navegar e que vocês estejam sempre por aqui.

Um abraço e obrigada mais uma vez pela paciência e pela audiência.


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