Hoje completa 100 anos do naufrágio do famoso transatlântico, onde morreram 1523 das 2240 pessoas a bordo, hierarquizando-o como uma das piores catástrofes marítimas de todos os tempos. Ele não foi o maior navio a afundar, nem o que causou mais vítimas, mas tudo o que envolve esse fato contribuiu para mantê-lo alvo de curiosidade até hoje, 100 anos depois.
Sempre tive certo fascínio por fatos históricos e esse é um dos fatos da história recente que mais me fascina, por tudo o que o envolve: a grandiosidade e luxo do navio, por ser a viagem inaugural, pela tecnologia empregada na construção considerada muito avançada para época, pela arrogância de quem projetou o navio que dizia ser inafundável, pelo número exorbitante de vítimas, pelas lendas sobre o que aconteceu à bordo, pela sucessão de erros, equívocos, más decisões que resultaram no naufrágio.
A partir desse grandioso e trágico evento, as leis foram modificadas e inúmeras normas de segurança foram adotadas e houve grandes mudanças no direito marítimo.
Todos esses fatos, somados ao filme Titanic, de 1997 dirigido por James Cameron, feito com muito realismo e que nos mostrou a real dimensão do que ocorreu (mesmo tendo ganho personagens fictícios e romance), fazem com que essa história permaneça sempre famosa e desperte sempre muita curiosidade e emoção.
Eu iniciei a semana falando da passagem do tempo e encerro com o centenário desse evento histórico que todos esperamos nunca mais se repita.
Fonte de pesquisa: Wikipedia

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