sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Cadê o bebezinho que estava aqui?
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Política
Mas para essas pessoas vou dar uma notícia: a vida é feita de política e mesmo quem foge dela, exerce de uma forma ou outra a política.
Exercemos a política diariamente, no modo como nos relacionamos com nossos vizinhos, na maneira como tratamos nossos colegas de trabalho ou negociamos um aumento com o chefe, no jeitinho em que criamos nossos filhos fazendo acordos, estabelecendo regras e rotinas e mostrando que cada ato tem uma consequência: atos bons geram consequências boas e atos ruins geram consequências ruins.
As pessoas bradam por mudanças, querem justiça social, menos impostos, mais segurança, saúde e educação. Querem cidadania. Mas não querem exercer seu maior direito - e também dever - de cidadão: votar.
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| Imagem: Daqui |
Alguns irão me perguntar – “pra que votar? em quem votar?” – Mesmo que os candidatos não sejam dos melhores, mesmo sem muita esperança, é preciso votar. É um dever cívico, mas também é nosso direito! Temos o direito de escolher quem vai administrar nossas cidades e quem vai nos representar diante deste administrador.
“Ah, mas são sempre os mesmos!” – Pode ser, mas tem algum que ainda não foi eleito. Vote nele. Se ele não for bom o suficiente, sua eleição mostrará aos outros – aqueles de sempre – o descontentamento do povo com as suas ações ou omissões.
Somos responsáveis pelas mudanças que almejamos. Se desejamos cidadania, temos que exercê-la.
Assistir ao horário político pode ser uma chatice, mas ainda é a melhor forma de conhecermos todos os candidatos. Vê-los falar, ver como se articulam e principalmente, ver o que propõem é essencial para uma boa escolha. Também pode render boas risadas vendo os absurdos que nos ofertam.
Omitir-se não é a melhor saída. Omitir-se é perder o direito de escolher, é perder o direito de cobrar, é perder o direito de denunciar e punir quem sai da linha.
Não se omita, exerça seu direito.
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Voltando...
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Pausa pra reformas
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| Imagem: Daqui |
Por: Tuka Siqueira / @TukaSiqueira
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
A saga do dedinho

Pulsoterapia
domingo, 12 de agosto de 2012
Pra que serve um pai?
Pra proteger, amparar, segurar. Pai serve pra disciplinar, ou pra subverter a ordem. Pai serve pra brincar, pra pular, andar de cavalinho, voar pelas alturas, usar a imaginação.
Pai tem um amor diferente de mãe. Mas isso não significa menor. O amor do pai é mais preocupado com coisas práticas, com o preço da fralda, com a educação que a escola oferece, com que tipo de cara que é o tal namorado da filha.
Pai disciplina e põe regras, mas também quebra todas se isso permitir alguns minutos de diversão entre ele e as crianças. Deixa a imagem de “bruxa má” para a mamãe sem o menor constrangimento.
Pai serve pra ensinar. Ensinar a falar, caminhar, voar. Ensinar a rezar, a crer, a confiar. Ensinar a comer verdura, a lavar a mão, respeitar os avós. Pai ensina a gostar de bicho, a não ter medo de barulho de avião, a chutar uma bola.
O pai que minhas filhas tem não é muito diferente do pai que eu tenho. São pais sensíveis, amorosos e dispostos para brincar. Também são pais para os quais os filhos não crescem. O meu, ainda quer agarrar minha mão para atravessar a rua.
Neste dia dos pais, o que tenho a dizer sobre eles é que são pais de verdade. Tem defeitos, limitações, chatices. Mas acima de tudo são pais que amam e se fazem presente na vida dos filhos. São pais cujo principal objetivo na vida é acertar e dar o melhor de si aos seus filhos.
Ao meu pai, que amo mais que tudo, que é exemplo e é amor, toda a minha gratidão e todo o meu amor são pouco para retribuir tudo que já recebi. Te amo meu pai. Felicidades pelo teu dia.
Ao pai das minhas filhas, agradeço à Deus por contar com tua ajuda, com teu amor e por ter tido a graça de além de meu amor e companheiro, ser o melhor pai do mundo para nossas filhas. Saúde e sucesso sempre. Feliz dia dos pais.
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Para Dani, Rafa e Jana



segunda-feira, 30 de julho de 2012
Ainda Bem
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Quantos anos você tem?
Cada dia me convenço mais que a idade das pessoas está na cabeça de cada um.
Neste final de semana tivemos nosso tradicional festival de massas e lasanhas, promoção do grupo do ECC da nossa paróquia para arrecadar fundos para a realização do próximo encontro.
Funciona assim: os casais que já fizeram o ECC, reunidos em pequenos grupos, doam um prato de lasanha (vale qualquer receita) e a equipe responsável pela promoção faz o resto: massas, saladas e etc. O ingresso fica barato, a comida é farta, depois da janta tem baile. Todo mundo se diverte muito, come bem e ainda arrecadamos uns caraminguá pra realizar o encontro.
Pois bem, fiquei observando as pessoas. Tem gente muito jovem, cheios de cacaca. Ficam sentados todo o tempo, com cara de fastio. Acham tudo muito chato e não se divertem com nada.
Em compensação, tem gente de mais idade que se diverte pra valer. Em outras palavras, solta a franga.
É interessante ver a marmanjada se requebrando toda ao som de músicas antigas, tipo a trilha sonoro dos “embalos de sábado à noite” ou “twist and shout” dos Beatles. Ou ainda tentando acompanhar a gurizada nas coreografias de músicas da moda como o tema das “empreguetes” ou “assim você mata o papai”, só pra citar uns exemplos.
Homens adultos, sérios, das mais diversas profissões, pais de família de respeito, desmunhecando e rebolando no meio do salão só pelo prazer de se divertir e fazer os outros rirem. Gente que não tem vergonha, que ri de si mesma e que diverte todo mundo.
No final da noite, todo mundo já cansado, seja pela festa ou pelo trabalho (já que o trabalho é todo feito por nós mesmos) mas ainda assim com energia pra dançar, falar bobagens e dar muita risada.
Olhando assim, ninguém parecia ter mais de 15 anos.
E você, quantos anos tem?


