segunda-feira, 30 de julho de 2012
Ainda Bem
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Quantos anos você tem?
Cada dia me convenço mais que a idade das pessoas está na cabeça de cada um.
Neste final de semana tivemos nosso tradicional festival de massas e lasanhas, promoção do grupo do ECC da nossa paróquia para arrecadar fundos para a realização do próximo encontro.
Funciona assim: os casais que já fizeram o ECC, reunidos em pequenos grupos, doam um prato de lasanha (vale qualquer receita) e a equipe responsável pela promoção faz o resto: massas, saladas e etc. O ingresso fica barato, a comida é farta, depois da janta tem baile. Todo mundo se diverte muito, come bem e ainda arrecadamos uns caraminguá pra realizar o encontro.
Pois bem, fiquei observando as pessoas. Tem gente muito jovem, cheios de cacaca. Ficam sentados todo o tempo, com cara de fastio. Acham tudo muito chato e não se divertem com nada.
Em compensação, tem gente de mais idade que se diverte pra valer. Em outras palavras, solta a franga.
É interessante ver a marmanjada se requebrando toda ao som de músicas antigas, tipo a trilha sonoro dos “embalos de sábado à noite” ou “twist and shout” dos Beatles. Ou ainda tentando acompanhar a gurizada nas coreografias de músicas da moda como o tema das “empreguetes” ou “assim você mata o papai”, só pra citar uns exemplos.
Homens adultos, sérios, das mais diversas profissões, pais de família de respeito, desmunhecando e rebolando no meio do salão só pelo prazer de se divertir e fazer os outros rirem. Gente que não tem vergonha, que ri de si mesma e que diverte todo mundo.
No final da noite, todo mundo já cansado, seja pela festa ou pelo trabalho (já que o trabalho é todo feito por nós mesmos) mas ainda assim com energia pra dançar, falar bobagens e dar muita risada.
Olhando assim, ninguém parecia ter mais de 15 anos.
E você, quantos anos tem?
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Tô surtando!
"O que são os surtos de Esclerose Múltipla?
São os momentos em que está havendo uma inflamação muito intensa no seu sistema nervoso (cérebro, cerebelo, medula, alguns nervos da cabeça).Todos os doentes tem surtos?
Esta é a forma mais comum da doença, chamada de “Surto-Remissão”, pois os surtos aparecem e desaparecem. Outros doentes têm formas progressivas, que evoluem continuamente, sem melhora. Nestes casos pode também haver surtos por cima da evolução contínua.Como vou saber se estou tendo um surto de Esclerose Múltipla?
É muito importante você saber se está tendo um surto, pois eles podem ser tratados logo no início, com rápida melhora dos sintomas. Os surtos são caracterizados por sintomas de alteração visual, de força, de coordenação, de equilíbrio e de sensibilidade que progridem ao longo do dia e duram no mínimo 24 horas."
segunda-feira, 9 de julho de 2012
O desfralde
Por: Tuka Siqueira / @TukaSiqueira
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Pérolas e algumas historinhas
Domingo, frio, almoço na mesa. Resolvemos abrir um vinho. Aline olha a garrafa na mesa e diz: “mamãe, isso é sangue de Jesus”.
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Segunda feira. Decidi comprar cobertas novas pras meninas. As que tinham em casa além de gastas, estavam poucas para os dias de muito frio. Comunico as meninas disso. Depois de dizerem como queriam, que cores queriam e todos os tipos de detalhes possíveis (ó o espírito consumista despertando) Aline me faz o pedido derradeiro: “mamãe, me compra uma cauda de peixe (sereia) pra mim nadar.” Tá, vou tentar...
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Edredons novos nas camas. Entre os vários desenhos, algumas notas musicais. Segundos depois da 1ª olhada, Letícia me chamou, mostrou uma das notas e cantou pra mim: “Ai lolé, ai lolé” (traduzindo: Ai olé, ai olé foi na loja do mestre André…) Galinha pintadinha ensinando algumas coisas…
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Dia difícil. Passei o dia batendo perna na rua, mil coisas pra fazer. Mal cheguei em casa e já tive que sair de novo para uma reunião. Cheguei tarde em casa e as crianças ainda ferviam. Depois dos banhos, e já arrumadas na caminha, fui buscar as mamadeiras e dar boa noite. Enquanto espero a Aline terminar (ela é sempre a última), Camila pega minha mão e lasca: “Como você é linda mamãe. Te amo mamãe.” Valeu o dia.
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Meninas trouxeram da escola o “primeiro dever de casa”. Mamãe deveria ler uma historinha de um livro enviado pela professora, desenhar a história e se preparar para conta-la aos coleguinhas no dia seguinte. Detalhe: uma história diferente pra cada uma.
Contei as histórias separadamente e repetidas vezes. Depois, dei folhas em branco e os estojos para elas e… mão à obra! Elas compreenderam bem as histórias, cada uma contou a sua bem direitinho (no outro dia também para a professora e os colegas), mas não houve Cristo que as fizesse entender que só deveriam desenhar os elementos da sua história. Cada uma desenhou algo da história da outra junto. Mandei assim mesmo.
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Marido sempre busca as crianças na escola. Para evitar atrasos e que elas fiquem sozinhas esperando, quando necessário vou e busco primeiro a Letícia que sai mais cedo, depois vou junto com ela à escola das gêmeas. Aí esperamos pelo papai, ou vamos indo devagarinho e ele nos encontra no caminho. Dia desses ele me avisou que não poderia ir mesmo. Subi então a pé.
O trajeto não é tão longo e as gêmeas encaram bem. O problema é que tem um trecho de subida íngreme e a preguicenta da Letícia adora um colo. Devido ao meu problema de saúde, não posso dar colo pra elas na rua. Não tenho força e se eu forçar a barra, posso perder o equilíbrio ou ter uma crise intensa de fadiga que nem eu mesma consiga sair do lugar.
Fomos indo a pé numa boa. No comecinho da subida a pequena pede colo. Vou enrolando ela um pouco e apresso o passo. Ela começa a chorar. Como explicar não resolve, sigo em frente com ela aos berros e vou driblando ela. Quando entramos na nossa rua, ela simplesmente se senta na calçada. “Daqui não saio, daqui ninguém me tira”. Não teve conversa, não teve ameaça, não teve choro de mãe que a demovesse do firme propósito de só seguir adiante no colo.
À essa altura, eu já nem podia comigo depois de subir a lomba driblando ela e carregando 3 mochilas nas costas. Nem que eu quisesse muito. Numa última cartada, resolvo “abandonar” ela sentada na calçada e seguir adiante. Estava certa de que então ela levantaria e viria atrás de mim. Falei que ia embora, dei tchau e me virei. As outras duas quase me mataram. Uma chorava desesperada e me agarrava pelo braço dizendo que eu não podia deixar a coitadinha ali sozinha. A outra se botou de tapa em mim numa cena de total desespero impedindo que eu desse sequer um passo. A solução foi ligar pra Yasmin e esperar ela chegar da escola pra dar colo pra medonha. A birra do século, e tripla! Posso com isso?
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Pra encerrar, umas fotinhos da visita do mano e o “amontoamento” delas em torno da “cunhada”. Gisele tem uma paciência de Jó, Deus conserve.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Entre a paixão e o amor

De lá pra cá tenho sido feliz. Minha vida não é nem de longe uma estrada sem curvas, aclives e declives, e a paisagem também muda a todo instante. Mas ainda assim, é uma bela trajetória, um caminho gostoso de se percorrer.
Apesar de ter deixado passar o dia dos namorados e também o dia de Santo Antônio, o santo casamenteiro, resolvi falar em paixão e amor, e digo que entre um e outro, eu fico com o amor. Fico com o meu amor.
P.S.: Este post faz parte da blogagem coletiva para o Dia dos Namorados, promovido pela Mulher e Mãe
segunda-feira, 11 de junho de 2012
O banco
terça-feira, 5 de junho de 2012
Diferentes, mas com alguma coisa em comum.
Temos um pequeno grupo de casais com uma missão especial este ano. Cada um tem uma função específica, mas todos temos o mesmo objetivo.
Não escolhemos trabalhar juntos, nem a função que exerceríamos. Fomos escolhidos. Não tanto por méritos e conhecimento, mas porque precisávamos estar juntos. Este grupo, estas pessoas, precisavam se encontrar e estarem perto umas das outras.
No início, embora todos se conhecessem ao menos de vista ou de nome, éramos desconhecidos. Cada casal com suas particularidades, composto de indivíduos peculiares. Todos tão diferentes!
Uma apreensão, um nervosismo. Será que vai dar certo? Será que conseguiremos nos entender? Será que vamos gostar de estar junto dessas pessoas?
Passado quase metade do ano e com uma grande parte do nosso trabalho concluído ou bem encaminhado posso dizer que estamos indo bem.
Ainda falta muito, mas até aqui estamos tendo êxito. Nossas diferenças tem servido para nos aproximar e agora olho em volta e nos vejo todos tão parecidos!
É que apesar de todas as nossas diferenças, temos duas coisas importantes em comum: o objetivo e o guia. Estamos nos deixando guiar pelo Espírito Santo e a oração é nosso elo de ligação.
Temos nossas dificuldades, nossas limitações, nossos desejos de perfeição, nossas cobranças. Mas em cada nova dificuldade, surgida de nossas diferenças, unimo-nos naquilo que nos iguala: a fé!
E aos poucos vamos compreendendo os mistérios que existem por trás da formação desse grupo. O porque estarmos juntos, o porque termos nos encontrado, o porque cada um ser como é se encaixando naquilo que todos necessitam.
E assim vamos seguindo. Que Deus nos ajude, o Espírito Santo nos ilumine e que tudo continue dando certo…
quarta-feira, 30 de maio de 2012
O filtro do amor - #BC Ser gentil vale a pena
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| Selinho by Sílvia Azevedo |
Este mês, meu post sobre gentileza vai ser um pouco diferente.
Quero falar na gentileza despertada pelo amor, pela amizade, pelo bem querer.
No último fim de semana, durante o meu reencontro com a turma do bairro, pude perceber isso bem claramente: o filtro do amor faz maravilhas!
Encontramo-nos cerca de 25 anos depois, todos na casa dos 40 anos e lá vai se virando. Tanto homens quanto mulheres naturalmente envelhecidos, uns bem mais que outros. Alguns quilos a mais ou a menos fazem diferença na aparência. Cabelos de menos também. A mulherada disfarça com maquiagem, mas mesmo as mais bonitas já disfarçam algumas rugas.
Pensa que alguém realmente notou isso? Isso só dificultou um pouco o "reconhecimento" de alguns, mas tão logo isso acontecia, víamos novamente aquele rosto infanto-juvenil do qual lembrávamos bem.
Achei todo mundo lindo. De verdade. Em alguns, o sorriso é tão lindamente igual ao de antigamente, o jeito de falar idem, que simplesmente não consegui ver ali um adulto(a).
Sei que essa sensação foi comum à muitos ali. Como sempre digo que a beleza está nos olhos de quem vê, a gentileza no olhar transforma as relações.
Olhar com amor, com amizade, com bem querer faz tudo ficar mais bonito. A saudade também pinta quadros mais coloridos, e foi essa que fez com que antigas picuinhas, mágoas ou mal entendidos, fossem completamente ignorados. Todo mundo só queria confraternizar.
Isto me faz concluir que colocando o filtro do amor no olhar, olhando para as pessoas e situações com gentileza, tudo fica melhor e mais bonito.
Até no olhar, ser gentil vale a pena!
Esta postagem é parte da Blogagem Coletiva proposta pela Rogéria Thompson, do blog "Um espaço pra chamar de meu", uma das pessoas mais gentis com quem tenho a honra de me relacionar nas redes sociais e na blogosfera. A idéia é fazer um post sobre esse assunto todos os meses, divulgando atos de gentileza, sejam da nossa parte ou de alguém que presenciamos.
Por: Tuka Siqueira / @TukaSiqueira
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Um domingo de emoções
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| Onde tudo começou... |
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| O comboio dos perdidos... |
Mas
fora esse meu constrangimento, o encontro tava muito bom. Todos ali pareciam
ter novamente 15 anos. Algazarra, euforia, emoção. A maioria não se enxergava
há pelo menos uns 25 anos.![]() |
| O dono da casa |
Mas
o que posso dizer é que foi um domingo histórico. Ver de novo essa gente que
brincava comigo na rua em minha infância, ou me acompanhava nas farras
adolescentes foi maravilhoso. O local do encontro era lindo e até São Pedro
participou, mandando um dia lindo de um sol magnífico.Um agradecimento especial ao Paulo, que foi quem me sequestrou. Obrigada amigo, por tua insistência pude desfrutar disso tudo!
Por: Tuka Siqueira / @TukaSiqueira









