domingo, 15 de abril de 2012
Titanic
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Tempo, tempo, tempo, tempo…
Assisti com o marido ao filme sobre a vida e morte do brasileiro Jean Charles (para os desinformados tem um resumo aqui) e além da história que eu já conhecida me impressionou saber de quanto tempo se passou desde que este fato aconteceu.
Sou só eu, ou todo mundo perde um pouco a noção dessa passagem de anos, de vida, de história que corre junto com o tempo?
Parece que só me dou conta desta passagem em eventos pontuais, como aniversários, ou em momentos como estes, em que um fato que foi bastante noticiado é novamente lembrado e então percebemos que embora pareça ter acontecido outro dia, foi anos atrás.
Quando as crianças fazem aniversário a gente faz uma retrospectiva mental, às vezes com a ajuda de fotografias. Mas é de uma hora pra outra que algo nos dá um estalo e a gente diz: “puxa, como você cresceu!'”
Me olho no espelho todos os dias e é claro que vejo no meu rosto que o tempo passou. Mas é também num estalo, que percebo o quanto passou.

Este texto não é um lamento por estar ficando velha. Ao contrário. Acho natural que, vivendo minha própria história o tempo passe mesmo mais desapercebido. Mas cada vez que tenho esses estalos, constato o quanto já vivi, quantas histórias presenciei, quanto amor e carinho já senti e recebi, quantas coisas e pessoas conheci…
Já iria dizer que meu único lamento é ter memória ruim e não lembrar de tudo, mas acabei por constatar que isso também é uma benção. Minha carga de vida é tão grande, que lembrar de tudo significaria não ter espaço pra viver mais nada.
Então, deixemos que o tempo cumpra sua missão de passar, sem freios, sem barreiras. E que tenhamos sempre a sabedoria de aprender com ele, aproveitar as coisas boas que ele trás, deixando que ele leve consigo as coisas ruins. Absorver e viver as emoções, mas não deixarmos esquecidas as injustiças, como a do caso citado no início deste post, para que a verdade sempre prevaleça, mesmo que tarde.
“Sem rancor, sem saudade, sem tristeza. Sem nenhum sentimento especial a não ser a certeza de que, afinal, o tempo passou.”
— Caio F. Abreu
sábado, 7 de abril de 2012
O significado da Páscoa...
Páscoa (do hebraico Pessach, significando passagem através do grego Πάσχα) é um evento religioso cristão, normalmente considerado pelas igrejas ligadas a esta corrente religiosa como a maior e a mais importante festa da Cristandade. Na Páscoa os cristãos celebram a Ressurreição de Jesus Cristo depois da sua morte por crucificação (ver Sexta-Feira Santa) que teria ocorrido nesta época do ano em 30 ou 33 da Era Comum. A Páscoa pode cair em uma data, entre 22 de março e 25 de abril. O termo pode referir-se também ao período do ano canônico que dura cerca de dois meses, desde o domingo de Páscoa até ao Pentecostes.
Origem do nome
Os eventos da Páscoa teriam ocorrido durante o Pesah, data em que os judeus comemoram a libertação e fuga de seu povo escravizado no Egito.
A palavra Páscoa advém, exatamente do nome em hebraico da festa judaica à qual a Páscoa cristã está intimamente ligada, não só pelo sentido simbólico de “passagem”, comum às celebrações pagãs (passagem do inverno para a primavera) e judaicas (da escravatura no Egito para a liberdade na Terra prometida), mas também pela posição da Páscoa no calendário, segundo os cálculos que se indicam a seguir.
No português, como em muitas outras línguas, a palavra Páscoa origina-se do hebraico Pesah. Os espanhóis chamam a festa de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques.
Os termos "Easter" (Ishtar) e "Ostern" (em inglês e alemão, respectivamente) parecem não ter qualquer relação etimológica com o Pessach (Páscoa). As hipóteses mais aceitas relacionam os termos com Estremonat, nome de um antigo mês germânico, ou de Eostre, uma deusa germânica relacionada com a primavera que era homenageada todos os anos, no mês de Eostremonat, de acordo com o Venerável Beda, historiador inglês do século VII. Porém, é importante mencionar que Ishtar é cognata de Inanna e Astarte (Mitologia Suméria e Mitologia Fenícia), ambas ligadas a fertilidade, das quais provavelmente o mito de "Ostern", e consequentemente a Páscoa (direta e indiretamente), tiveram notórias influências.
Páscoa Cristã
A Páscoa cristã celebra a Ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu por três dias, até sua ressurreição. É o dia santo mais importante da religião cristã. Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica, que é uma das mais importantes festas do calendário judaico, celebrada por 8 dias e onde é comemorado o êxodo dos israelitas do Egito, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida.
A última ceia partilhada por Jesus Cristo e seus discípulos é narrada nos Evangelhos e é considerada, geralmente, um “sêder do pesach” – a refeição ritual que acompanha a festividade judaica, se nos ativermos à cronologia proposta pelos Evangelhos sinópticos. O Evangelho de João propõe uma cronologia distinta, ao situar a morte de Cristo por altura da hecatombe dos cordeiros do Pessach. Assim, a última ceia teria ocorrido um pouco antes desta mesma festividade.
A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. De fato, para entender o significado da Páscoa cristã atual, é necessário voltar para a Idade Média e lembrar os antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês, Easter quer dizer Páscoa. Ostera (ou Ostara) é a deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Deméter. Na mitologia romana, é Ceres.
Páscoa no Judaísmo
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Segundo a Bíblia (Livro do Êxodo), Deus mandou 10 pragas sobre o Egito. Na última delas (Êxodo cap 12), disse Moisés que todos os primogênitos egípcios seriam exterminados (com a passagem do anjo da morte por sobre suas casas), mas os de Israel seriam poupados. Para isso, o povo de Israel deveria imolar um cordeiro, passar o sangue do cordeiro imolado sobre as portas de suas casas, e o anjo passaria por elas sem ferir seus primogênitos. Todos os demais primogênitos do Egito foram mortos, do filho do Faraó aos filhos dos prisioneiros. Isso causou intenso clamor dentre o povo egípcio, que culminou com a decisão do Faraó de libertar o povo de Israel, dando início ao Êxodo de Israel para a Terra Prometida.
A Bíblia judaica institui a celebração do Pessach em Êxodo 12, 14: Conservareis a memória daquele dia, celebrando-o como uma festa em honra de Adonai: Fareis isto de geração em geração, pois é uma instituição perpétua .
Tradições pagãs na Páscoa
Na Páscoa, é comum a prática de pintar ovos cozidos, decorando-os com desenhos e formas abstratas. Em grande parte dos países ainda é um costume comum, embora que em outros, os ovos tenham sido substítuidos por ovos de chocolate. No entanto, o costume não é citado na Bíblia. Portanto, este costume é uma alusão a antigos rituais pagãos. Ishtar ou Astarte é a deusa da fertilidade e do renascimento na mitologia anglo-saxã, na mitologia nórdica e mitologia germânica. A primavera, lebres e ovos pintados com runas eram os símbolos da fertilidade e renovação a ela associados. A lebre (e não o coelho) era seu símbolo. Suas sacerdotisas eram ditas capazes de prever o futuro observando as entranhas de uma lebre sacrificada(claro que a versão “coelhinho da páscoa, que trazes pra mim?” é bem mais comercialmente interessante do que “Lebre de Eostre, o que suas entranhas trazem de sorte para mim?”, que é a versão original desta rima. A lebre de Eostre pode ser vista na Lua cheia e, portanto, era naturalmente associada à Lua e às deusas lunares da fertilidade. De seus cultos pagãos originou-se a Páscoa (Easter, em inglês e Ostern em alemão), que foi absorvida e misturada pelas comemorações judaico-cristãs. Os antigos povos nórdicos comemoravam o festival de Eostre no dia 30 de Março. Eostre ou Ostera (no alemão mais antigo) significa “a Deusa da Aurora” (ou, novamente, o planeta Vênus). É uma deusa anglo-saxã, teutônica, da Primavera, da Ressurreição e do Renascimento. Ela deu nome ao Shabbat Pagão, que celebra o renascimento chamado de Ostara.
sexta-feira, 6 de abril de 2012
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Sexta feira santa é dia de reflexão e penitência. Façamos a nossa, com arrependimento e fé,para renascermos com Cristo na páscoa para uma vida nova com a alma leve.

Bom feriado à todos. Pra quem vai pegar a estrada, juízo e cautela. Se beber, não dirija. Cuide da sua vida e de quem cruza o seu caminho.
E uma Feliz e abençoada Páscoa à todos!
Por: Tuka Siqueira / @TukaSiqueira
quarta-feira, 4 de abril de 2012
…E que o homem carregue nos ombros a graça de um pai…
Tenho acompanhado há algumas semanas o quadro do Fantástico “Quem é meu pai?” e me emocionado com ele.
No quadro, é mostrado a importância de um pai na vida de um filho. A importância que tem ter o nome do pai na certidão, o reconhecimento, a verdade, às vezes muito mais do que o amor ou a herança. A verdade por trás de uma paternidade reconhecida tem sido o principal gancho do quadro a nos prender e emocionar.
Essas histórias nos fazem pensar muito em muitas questões que as envolvem, como por exemplo os motivos que determinaram a falta do nome do pai no documento.
Não falo dos motivos práticos: uma história de amor mal resolvida, um rompimento traumático, falta de maturidade do pai, ou da mãe, ou de ambos, situações sociais distintas, conflitos de interesses…
Mas me comove as questões emocionais que levam a esse desfecho. Uma mágoa de um pai que não quis assumir o romance junto com a paternidade; a submissão de uma das partes diante da arrogância da outra; famílias que se intrometem e criam conflitos desnecessários.
É certo uma mãe, por mais motivos que tenha, negar ao filho o direito de saber quem é o seu pai e decidir por si próprio se ele é digno de amor? É claro que não é tão simples assim. Existem casos e casos e em muitos desses, só mesmo adultos os filhos tem condições de compreender os fatos (ou não) e aceitar a verdade.
O que realmente me incomoda nesses casos que tenho visto, é o trauma gerado por anos de mentiras ou de abandono. O não reconhecimento dói mais que a falta de amor, porque o amor até se entende que nasceria de um convívio que não houve, mas a falta de reconhecimento, a negação da verdade, o desconhecimento da própria origem é o que realmente dói e traumatiza.
Nessas horas, em cada programa desses que assisto, agradeço à Deus por ter me dado um pai. Que tem seus defeitos como todo ser humano, mas que me deu muito mais do que o seu nome na certidão.
Agradeço por ter resistido à ideia de não contar ao pai do Allyson que o esperava. Muitas vezes ao longo da vida achei que essa atitude teria me poupado problemas, mas hoje vejo que certamente teria criado outros, talvez muito mais graves.
E principalmente, agradeço por ter encontrado no meu companheiro um pai maravilhoso para minhas filhas.
Termino esse post com um trechinho da Oração da Família do Pe. Zezinho e que sempre me faz chorar quando ouço:
“…Que a família comece e termine sabendo onde vai
E que o homem carregue nos ombros a graça de um pai
Que a mulher seja um céu de ternura, aconchego e calor
E que os filhos conheçam a força que brota do amor!
Abençoa, Senhor, as famílias! Amém!
Abençoa, Senhor, a minha também”
Por: Tuka Siqueira / @TukaSiqueira
sábado, 31 de março de 2012
Feche a boca e abra os braços - BC Ser gentil vale a pena
Para não deixar passar em branco de novo a data da BC e como continuo em pleno vazio criativo, resolvi repostar este texto que publiquei em 28/11/2010. Uma história muito boa e que nos faz refletir.
"Uma amiga ligou com notícias perturbadoras: a filha solteira estava grávida.Relatou a cena terrível ocorrida no momento em que a filha finalmente contoua ela e ao marido sobre a gravidez.Houve acusações e recriminações, variações sobre o tema "Como pôde fazerisso conosco?" Meu coração doeu por todos: pelos pais que se sentiam traídose pela filha que se envolveu numa situação complicada como aquela.Será que eu poderia ajudar, servir de ponte entre as duas partes?Fiquei tão arrasada com a situação que fiz o que faço com algumafrequência quando não consigo pensar com clareza: liguei para minha mãe.Ela me lembrou de algo que sempre a ouvi dizer. Imediatamente, escrevi umbilhete para minha amiga, compartilhando o conselho de minha mãe: "Quandouma criança está em apuros, feche a boca e abra os braços."
==========================================Tentei seguir o mesmo conselho na criação de meus filhos. Tendo tido cincoem seis anos, é claro que nem sempre conseguia. Tenho uma boca enorme e umapaciência minúscula.Lembro-me de quando Kim, a mais velha, estava com quatro anos e derrubou oabajur de seu quarto. Depois de me certificar de que não estava machucada,me lancei numa invectiva sobre aquele abajur ser uma antiguidade, sobreestar em nossa família há três gerações, sobre ela precisar ter mais cuidadoe como foi que aquilo tinha acontecido e só então percebi o pavorestampado em seu rosto. Os olhos estavam arregalados, o lábio tremia.Então me lembrei das palavras de minha mãe. Parei no meio da frase e abri osbraços. Kim correu para eles dizendo: Desculpa... Desculpa... repetia,entre soluços. Nos sentamos em sua cama, abraçadas, nos embalando. Eu mesentia péssima por tê-la assustado e por fazê-la crer, até mesmo por umsegundo, que aquele abajur era mais valioso para mim do que ela."Eu também sinto muito, Kim" disse quando ela se acalmou o bastante paraconseguir me ouvir. Gente é mais importante do que abajures. Ainda bem quevocê não se cortou. Felizmente, ela me perdoou.O incidente do abajur não deixou marcas perenes. Mas o episódio me ensinouque é melhor segurar a língua do que tentar voltar atrás após um momento defúria, medo, desapontamento ou frustração.Quando meus filhos eram adolescentes todos os cinco ao mesmo tempo mederam inúmeros outros motivos para colocar a sabedoria de minha mãe emprática: problemas com amigos, o desejo de ser popular, não ter par para irao baile da escola, multas de trânsito, experimentos de ciência malsucedidose ficar em recuperação.Confesso, sem pudores, que seguir o conselho de minha mãe não era a primeiracoisa que me passava pela mente quando um professor ou diretor telefonava daescola. Depois de ir buscar o infrator da vez, a conversa do carro era, porvezes, ruidosa e unilateral. Entretanto, nas ocasiões em que me lembrava datécnica de mamãe, eu não precisava voltar atrás no meu mordaz sarcasmo, medesculpar por suposições errôneas ou suspender castigos muito poucorazoáveis. É impressionante como a gente acaba sabendo muito mais dahistória e da motivação atrás dela, quando está abraçando uma criança, mesmouma criança num corpo adulto.Quando eu segurava a língua, acabava ouvindo meus filhos falarem de seusmedos, de sua raiva, de culpas e arrependimentos. Não ficavam na defensivaporque eu não os estava acusando de coisa alguma. Podiam admitir que estavamerrados sabendo que eram amados, contudo. Dava para trabalharmos com "o quevocê acha que devemos fazer agora", em vez de ficarmos presos a "como foique a gente veio parar aqui?"Meus filhos hoje estão crescidos, a maioria já constituiu a própria família.Um deles veio me ver há alguns meses e disse "Mãe, cometi uma idiotice..."Depois de um abraço, nos sentamos à mesa da cozinha. Escutei e me limitei aassentir com a cabeça durante quase uma hora enquanto aquela criançamaravilhosa passava o seu problema por uma peneira. Quando nos levantamos,recebi um abraço de urso que quase esmagou os meus pulmões.Obrigado, mãe. Sabia que você me ajudaria a resolver isto.É incrível como pareço inteligente quando fecho a boca e abro os braços."
Histórias para aquecer o coração das mães
Jack Canfield, Mark Victor Hansen e outros
Editora Sextante
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| Selinho by: Silvia Azevedo |
Esta postagem é parte da Blogagem Coletiva proposta pela Rogéria Thompson, do blog "Um espaço pra chamar de meu", uma das pessoas mais gentis com quem tenho a honra de me relacionar nas redes sociais e na blogosfera. A idéia é fazer um post sobre esse assunto todos os meses, divulgando atos de gentileza, sejam da nossa parte ou de alguém que presenciamos.
Por: Tuka Siqueira / @TukaSiqueira
sexta-feira, 30 de março de 2012
Ciclos, estações e emoções.
Este texto foi originalmente postado aqui em 14/05/2011). Meu estado de espírito estava tão assim hoje, que escrevi um texto quase igual e resolvi então republicar o mesmo texto, levemente editado.
Pra encerrar, a letra de uma música bem conhecida por todos, mas que a letra "casa" bem com este post: Emoções de Roberto Carlos.
Eu vivo esse momento lindo
Olhando pra você
E as mesmas emoções
Sentindo...
São tantas já vividas
São momentos
Que eu não me esqueci
Detalhes de uma vida
Histórias que eu contei aqui...
Amigos eu ganhei
Saudades eu senti partindo
E às vezes eu deixei
Você me ver chorar sorrindo...
Sei tudo que o amor
É capaz de me dar
Eu sei já sofri
Mas não deixo de amar
Se chorei ou se sorri
O importante
É que emoções eu vivi...
São tantas já vividas
São momentos
Que eu não me esqueci
Detalhes de uma vida
Histórias que eu contei aqui...
Mas eu estou aqui
Vivendo esse momento lindo
De frente pra você
E as emoções se repetindo
Em paz com a vida
E o que ela me traz
Na fé que me faz
Otimista demais
Se chorei ou se sorri
O importante
É que emoções eu vivi...
'A Vontade de Deus nunca irá levá-lo aonde a Graça de Deus não possa protegê-lo'.
Por: Tuka Siqueira / @TukaSiqueira
terça-feira, 27 de março de 2012
Esclerose Múltipla e maternidade
Por: Tuka Siqueira / @TukaSiqueira
domingo, 25 de março de 2012
A responsabilidade de ser exemplo, ser formadora de opinião.
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| foto: daqui |
Por: Tuka Siqueira / @TukaSiqueira
sexta-feira, 23 de março de 2012
Eu e o Avonex
Por: Tuka Siqueira / @TukaSiqueira






